Caso bárbaro é registrado em Itaipulândia. Mulher e criança estão estão sendo procuradas

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Publicada 22 de Dezembro, 2017 às 09:22

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Familiares de um homem de 23 anos de idade, procuraram a Polícia Militar na manhã da quarta-feira (20), para denunciar um caso bárbaro, ocorrido durante a madrugada, em um imóvel da rua Itaipu, no bairro Curitibanos, em Itaipulândia.

De acordo com o que foi registrado pela Polícia Militar, uma mulher soube que seu irmão teria dado entrada no hospital municipal, com ferimentos na cabeça e segundo ela os servidores da casa hospitalar não repassaram muita informação para ela. Ela então se dirigiu até a casa de seu irmão, onde encontrou um colchão ensanguentado e em cima de um sofá, próximo do colchão, uma marreta de ferro, suja de sangue.

A Polícia Militar foi acionada e realizou a coleta de informações e fez o levantamento do local, inclusive, recolhendo a marreta e encaminhando para a polícia judiciária.

Familiares da vítima apontam a companheira, uma jovem de 22 anos de idade, como a principal suspeita do crime. Eles informaram que ela teria fugido com o filho do casal, de apenas 2 anos de idade, para o Paraguai, pelo Porto Internacional de Santa Helena.

O homem apresentava 14 perfurações na cabeça, possivelmente causadas por uma faca. No pescoço e face da vítima, também há várias lesões que também podem ter sido ocasionadas por uma faca.

A vítima foi encaminhada para fazer exames na cidade de Medianeira e devido à gravidade dos ferimentos, foi encaminhada para a Unidade de Tratamento Intensivo, do Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, com risco de vida. Ele apresentava traumatismo próximo da região do ouvido.

Uma irmã da vítima informou que seu irmão está se recuperando bem, passou por cirurgia na noite desta quinta-feira (22), e já não corre risco de morte.

Ainda de acordo com a irmã da vítima, suspeita-se que o crime tenha ocorrido entre 4h e 5h, porém o homem procurou socorro somente por volta das 10h, quando acordou.

Informações de familiares da vítima dão conta de que o casal brigava muito e que ameaças de morte eram proferidas tanto por ele quanto por ela. "Ela dizia que uma hora iria matar ele quando ele estivesse dormindo, mas nunca pensamos que isso realmente iria ocorrer", disseram. A Polícia Civil de São Miguel do Iguaçu investiga o caso.

Fonte: Correio do Lago

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