Sinais de alerta para crianças com febre e quando procurar o médico

Febre alta aliada a outros sintomas pede uma visita ao pediatra para evitar problemas mais graves

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Publicada 03 de Junho, 2024 às 17:09

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A febre é um sintoma indicativo de que algo não vai bem no organismo. É um mecanismo de defesa natural do corpo, com o intuito de auxiliar os anticorpos a vencerem uma infecção ou inflamação que pode ser causada por vírus ou bactéria. 

Nas crianças, que têm o sistema imunológico ainda em desenvolvimento, é comum que algumas doenças surjam e causem esse sintoma. Em muitos casos, tudo pode ser resolvido sem assistência médica, por isso é indispensável que os pais tenham em casa uma farmacinha e um bom termômetro digital. 

Para montar esse kit, você pode, por exemplo, aproveitar uma promoção na Droga Raia para selecionar os melhores antitérmicos e termômetros. No entanto, mesmo com todo esse preparo, quando a presença de febre já foi confirmada e a criança está medicada, como agir e quando se preocupar? 

Confira quais são os sinais de alerta que indicam que é hora de procurar o pediatra ou buscar o pronto atendimento.

Febre que não baixa

A febre, quando tratada em casa, deve baixar em no máximo três dias com o uso de medicamentos antitérmicos. Se após esse período ela seguir alta, é um sinal de que o organismo lida com uma infecção mais séria, que exige outros remédios e cuidados no tratamento.

Nesse caso, o ideal é marcar uma consulta com o pediatra para verificar se não existem outras doenças, como a presença de uma infecção causada por bactérias ou enfermidades mais sérias, como a meningite.

Febre acompanhada de choro e irritabilidade

Conforme a idade da criança, a tendência é que um incômodo seja expresso por meio do choro e da irritabilidade. É indispensável que os pais fiquem de olho em qualquer mudança de comportamento, principalmente em bebês e crianças menores, que ainda não conseguem explicar direito o que os incomoda.

Quando a febre vem acompanhada dessas questões, é indicado marcar uma consulta com o pediatra mesmo que o antitérmico consiga baixar um pouco a temperatura. Afinal, também pode ser um sinal de uma infecção mais séria.

Sintomas graves associados

Sintomas graves, como desmaios, tontura, convulsões, dificuldade para respirar, vômito ou diarreia constante, pedem atendimento médico imediato, pois indicam a presença de um problema sério que precisa ser tratado rapidamente.

Nesses casos, é indicado que os pais recorram ao atendimento emergencial no pronto-socorro, para que a criança já seja medicada. Em seguida, se houver liberação para voltar para casa, é possível ligar para o pediatra para esclarecer dúvidas sobre remédios indicados e marcar uma consulta de retorno.

Bebês com febre muito alta

O sistema imunológico dos bebês se encontra em desenvolvimento, então, até os três meses de vida, a febre muito alta é preocupante. Essa é uma fase em que os pequenos estão suscetíveis a infecções bastante graves, por isso exige atenção extra dos pais.

Se a febre chega aos 38°C ou a uma temperatura superior, é indispensável que o bebê seja avaliado por um médico para identificar a presença de uma infecção ou inflamação quanto antes possível. Nos bebês com mais de três meses, a regra é a mesma caso a febre ultrapasse os 39°C e venha acompanhada de choro persistente.

Respiração acelerada aliada a febre

A respiração da criança deve se manter em ritmo normal mesmo quando ela está com febre. Caso os pais observem que está acelerada, a criança tem dificuldade para respirar e está com sinais de cianose, quando lábios e outras regiões, como a língua, apresentam cor arroxeada, é necessário ir ao médico.

Nos bebês é preciso observar se acontecem mais de 50 respirações por minuto, e nas crianças de 1 a 5 anos, 40 respirações por minuto. Se vier acompanhada de rigidez na nuca e moleira tensa, a febre indica uma situação grave que não deve ser ignorada e tratada apenas em casa.

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