Revista Guia: Matelândia no caminho do desenvolvimento

Mesmo com todas as dificuldades dos primeiros meses de mandato, prefeito avalia como positiva a gestão e revela que economia já está sendo investida

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Publicada 16 de Setembro, 2013 às 13:58

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O ano de 2013 começou com algumas diferenças em grande parte dos municípios paranaenses e o motivo para isso, foram as eleições municipais realizadas em outubro de 2012 e que mudou a administração de algumas cidades. Em Matelândia, por exemplo, o ano e a administração começaram 'novos' e passados mais de sete meses, a Revista Guia, conversou com o prefeito Rineu Menoncin, o Teixeirinha, sobre como está o andamento da administração. Acompanhe.

Como o senhor avalia os sete primeiros meses de seu governo?

Os sete primeiros meses foram de muito trabalho, encontramos inúmeras dificuldades em todos os setores, exemplo disto, foram as inaptidões das certidões negativas, com problemas da gestão anterior com relação a contratação  das OCIPS (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). Também encontramos o Município sem seguro dos bens móveis, além de estradas ruins e maquinários danificados; funcionários com férias e licença prêmio atrasadas; piso nacional dos professores sem ser reconhecido, enfim. Mas colocamos tudo em ordem. Também encontramos a saúde com um orçamento bem aquém do necessário e agora estamos investindo R$ 1 milhão em exames, medicamentos e cirurgias eletivas. Vale destacar que esse dinheiro investido na saúde é proveniente da economia que fizemos nos sete primeiros meses. Então, diante disso tudo, avalio positivamente os sete primeiros meses, mas, quem pode e avaliar de maneira mais correta é a população deste Município.

Tudo esta correndo de acordo com o plano de governo?

O planejamento esta sendo feito dentro do plano de governo, mas é normal que novas realidades comecem a aparecer, então, estamos ouvindo a comunidade e conforme as necessidades vamos aprimorando o nosso governo.

Quais obras foram iniciadas?

Temos vários quilômetros de pedras irregulares na região rural; operação tapa buraco; asfalto em 22 ruas de diversos bairros; aquisição de uma área da Lar no Distrito de Agro Cafeeira para construção de uma escola Municipal, sendo que a construção já está liberada e também a construção de mais 180 moradias populares; a construção da sub-50 no Bairro Vila Nova com 40 casas e a construção das 71 casas no Cruzeirinho. Estamos efetivando diversos investimentos em todas as pastas. 

Quais os investimentos já feitos no município?

Além dos quilômetros de pedras irregulares na zona rural e a pavimentação na zona urbana, temos a aquisição de veículos para diversas pastas, ganhamos seis veículos e um caminhão da Receita Federal, aquisição de duas pás carregadeiras, que também foram adquiridas com a economia dos sete primeiros meses. Ganhamos uma retroescavadeira do governo Federal, ganhamos um telecentro com 10 computadores do governo Estadual, enfim muitos investimentos estão sendo feitos, mesmo com a redução dos recursos, como o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e os Royalties ecológicos.

Quais as perspectivas para os próximos meses e claro, para os próximos anos?

Melhorar a saúde, calçar todas as ruas da cidade e do Distrito de Agro Cafeeira; calçar muitas ruas da comunidade da Vila Esmeralda e da Comunidade de Marquezita; 30 quilômetros de calçamento para a zona rural; asfaltamento de 15 quilômetros dentro da cidade, que será a colocação de lama asfáltica em cima do calçamento; implantação da água para as comunidades que ainda estão necessitando; aquisição de novas patrulhas rurais, assim como novas patrulhas para a agricultura e viação e obras. Também queremos construir um poliesportivo na região da Vila Nova; um Anfiteatro para o município; a implantação de uma escola municipal em Agro Cafeeira e um Colégio Estadual no Bairro Vila Pasa. Temos projetos ainda para a implantação da guarda patrimonial, ou seja, temos inúmeros projetos e temos a certeza de que se tivermos o apoio da população como estamos tendo, poderemos sim realizá-los. 

BR-277 ? existe algum projeto concreto para uma travessia segura da rodovia?

Existia um grande projeto do elevado, estivemos conversando com a Ecocataratas (Concessionária que administra o pedágio no trecho) e eles orçaram em R$ 100 milhões, e desta forma, a contrapartida do município seria muito grande e inviabilizaria todos os outros projetos existentes. Sinto-me frustrado, porque este projeto contemplava a união da parte sul com a parte norte de nossa cidade, mas, aguardamos um novo projeto da concessionária em outros moldes, com outros valores. Mas, ainda não joguei a toalha.

Fonte: Revista Guia

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