Itaipulândia: Ataque de piranha é registrado no Balneário de Jacutinga

Segundo a mãe da adolescente, ela perdeu os movimentos do dedinho, pois a mordida acabou afetando o tendão do membro.

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Publicada 16 de Novembro, 2018 às 10:13

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Uma internauta, moradora de Medianeira, Bruna Lucia Tammenhain, entrou em contato com a Redação do Guia Medianeira, para relatar que no último domingo (11), sua filha adolescente, sofreu uma mordida por uma piranha no Balneário de Jacutinga, Itaipulândia.

A mesma registrou um Boletim de Ocorrência para relatar o fato e sua indignação, segundo ela, não haviam placas avisando sobre a presença de piranhas no local.

Ela também relatou não haver a presença de salva vidas e atendimento médico no local. Após sua filha ser atacada, eles levaram ela para o Hospital do Município, onde ela recebeu os primeiros atendimentos, e depois os familiares a trouxeram para o Hospital e Maternidade Nossa Senhora da Luz, em Medianeira.

Segundo a mãe da adolescente, ela perdeu os movimentos do dedinho, pois a mordida acabou afetando o tendão do membro.

Por conta do feriado de 15 de novembro, e o ponto facultativo, não foi possível entrar em contato com a Prefeitura de Itaipulândia.

NOTA OFICIAL PREFEITURA:
Ataque de piranha no Balneário Jacutinga

 

EM NOTA A ITAIPU BINACIONAL ESCLARECE QUE:
 

As espécies de piranhas Serrassalmus marginatus e Serrassalmus maculatus são nativas da nossa bacia hidrográfica. Elas são de porte pequeno e não apresentam característica agressiva. No entanto, constroem ninhos nas regiões litorâneas e o cuidado e defesa da prole fazem parte do seu comportamento. Estes ninhos são encontrados muitas vezes associados a plantas aquáticas e, em raras ocasiões, a aproximação de pessoas causa no animal uma reação de defesa. 

Não é a primeira vez que se tem notícia de ataques nos balneários do Lago de Itaipu. No entanto, ocorrências de maior gravidade, como a deste caso, não são frequentes. Os ferimentos por mordidas normalmente são superficiais.

Apesar de o problema não ser ocasionado pela Itaipu, a empresa tem um projeto de pesquisa desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM) que, entre outros objetivos, estuda a proposição de alternativas para minimizar e/ou mitigar estes possíveis ataques. A remoção de plantas aquáticas é uma das possíveis soluções. O projeto, no entanto, ainda está no início. 

Caso necessário, entre as tentativas de eliminar ou reduzir o problema recomenda-se a instalação de telas com malhagem suficientemente pequena, para não permitir o ingresso desses peixes nas áreas usadas para recreação.

A Itaipu informa, também, que tem um convênio com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para o monitoramento semanal da balneabilidade das oito prainhas na temporada de verão. E, como mencionado na matéria, a temporada ainda não iniciou. A previsão é que o monitoramento comece na última semana de novembro (próxima semana). Boletins semanais são encaminhados à Assessoria de Comunicação Social e estão à disposição da população e dos veículos de comunicação interessados.

 

Redação Guia Medianeira

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