São Miguel: Caso de atropelamento proposital de cachorro vai à audiência

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Publicada 02 de Agosto, 2018 às 16:36

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No dia nove de julho, a protetora independente de animais, Adriana Moretto, foi testemunha de um atropelamento proposital de um cachorro por um homem, na cidade de São Miguel do Iguaçu.

Um grupo de protetoras independentes denunciou o caso, e hoje uma audiência foi realizada no Fórum para que um acordo fosse feito em relação ao caso.

A advogada Evelyne Paludo foi a responsável jurídica pelo processo. Segundo ela, o caso se enquadra na lei de crimes ambientais, no artigo 32.

Juntamente com a audiência, o grupo de protetoras independentes realizou uma manifestação em frente ao Fórum, para chamar a atenção da população sobre temas relevantes aos cuidados dos animais.

Camila Fernandes, uma das idealizadoras e protetoras dos animais, falou sobre a importância das pessoas se conscientizarem em relação a esse assunto: "Controle populacional de animais de ruas é dever do poder público, nós trabalhamos voluntariamente para poder ajudar esses animais. As pessoas precisam se conscientizar que é um dever de todos cuidar dos animais, e principalmente, de denunciar casos de maus tratos como este".

Confira no vídeo a entrevista completa e saiba mais sobre a lei de proteção aos animais, bem como o desenrolar do caso de atropelamento proposital.

De acordo com a lei federal 9.605/98, o abandono é CRIME, com pena de detenção de 3 meses a 1 ano e multa.
Além do abandono, situações como:
-Espancar, golpear, multilar e envenenar;
-Manter preso permanentemente em correntes;
-Manter em locais pequenos e anti-higienicos;
-Não abrigar do sol, da chuva e do frio;
-Deixar sem ventilação ou luz solar;
-Não dar água e comida diariamente;
-Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
-Obrigar animais de carga a trabalho excessivo ou superior a sua força;
-Capturar animais silvestres;
-Utilizar animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;
-Promover violência como rinhas de galo, farra-de-boi, etc.

Qualquer situação dessa é considerada maus tratos e devem ser denunciadas pela população pelo numero 0800 643 0304 (Polícia Ambiental de Foz do Iguaçu que atua em São Miguel do Iguaçu).

Redação: Guia Medianeira / Imagens: Portal Costa Oeste

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